Avaliando como aparências variadas …

Avaliando como aparências variadas …

Avaliando como aparências variadas ...

Avaliando como aparências VARIADOS Marrow e anormal normais de
Larry B. Poe, M. D.

História clínica: Um homem de 43 ano de Idade apresenta-se com dor tipo radicular. historia clínica E NÃO contributivo. (1a) T1 e (1b) e sagital (1c) Imagens axiais ponderadas em T1 São fornecidos em T2. Os ACHADOS de Imagem São such that o radiologista se Sente compelido a Uma Fazer Chamada telefónica PARA O médico assistente. Quais Resultados São OS? Quais São OS Diagnósticos prováveis?

(1a) T1 e (1b) sagital e T2 (1c) Imagens axiais ponderadas em T1.

Resultados

A Sequência ponderada sagital em T1 demonstra difusamente reduzida Sinal da medula óssea. O Sinal de medula NÃO e Mais Brilhante fazer that OS discotecas intervertebrais, Como Deveria Ser nessa Idade.

A Sequência spin echo Rápido ponderada em T2 E relativamente insensível à medula anormal, E e em grande parte NÃO digna.

Uma Sequência ponderada axial em T1 permite uma Comparação fazer Sinal da medula com Músculos paravertebrais. O Sinal E semelhante. Em Adultos com medula normal, a medula DEVE ter Maior Relação Sinal em T1 fazer that o músculo.

Diagnóstico

Distúrbio da medula óssea difusa that Neste Caso Levou um Uma eventual diagnóstico da leucemia mieloide crónica (LMC). Outras Doenças e condições de Medula difusas São Possíveis COM NAS base de Imagens e Sera discutido.

Introdução

Este Paciente exibe hum Padrão difuso anormal da medula óssea devido a leucemia NÃO Reconhecida anteriormente. Em Adultos medula óssea espinhal E Melhor visualizado com MRI devido à diferenciação contraste requintado Entre medula e patológico normal de infiltração em MUITAS Sequências de pulso. Tal diferenciação E Melhor do Que Raios-X, CT, PET, OU MESMO cintilografia óssea com tecnécio. A Descoberta de Uma anormalidade de medula difusa em MRI, não entanto, Não E Específica. A infiltração patológico Mais Comum de medula E metástases de Tumores de Órgãos Sólidos, mas from that a Doença metastática E MUITO MAIS frequentemente fazer that difusa multifocal em Seu Padrão de Imagem na Coluna, ELE Só IRA Ser brevemente discutido Neste Artigo.

Anatomia de Medula

Conversão de Medula óssea

Ao nascer a maioria dos medula E hematopoietically medula vermelha Ativa. Sinal de medula E semelhante UO Até Menos do Que o músculo adjacente e disco de tal forma Que a medula patológico PODE Ser Muito Difícil determinar 6. Logo DEPOIS de medula SOFRE UM Padrão previsível de Conversão parágrafo medula amarela. Este Processo Inicia-se em Primeiro Lugar e e Mais evidenciados no esqueleto apendicular e prossegue de Maneira centrípeta (5a, 6a, 7a). De 25-30 ano de Idade, ESTA Conversão E completa fisiológica normal. EXCETO PARA O esterno, Costelas, Aspectos proximais das Extremidades, e da pelve, a esmagadora maioria dos medula vermelha E na Coluna vertebral em hum adulto 1,7. No entanto, há Uma Mistura Variável de medula vermelha e amarela na Coluna Além da infância com aumento Progressivo não Teor de Gordura da medula vermelha e aumento da proporção de medula amarelo com 2,3 Envelhecimento.

Aparecimento de Normais da medula na Espinha na magnética Ressonância

Desde medula NÃO E UM Tecido homogéneo e muda com a Idade, DEVE-SE Esperar Que A SUA aparencia MR IRA variar em Função da proporção Relativa de medula vermelha e amarela, celularidade e Densidade fazer trabecular osso na Coluna vertebral e com o tipo de Sequência utilizada Para a Aquisição. burros Os de carga da Imagem espinhal de Rotina São o e T1 de spin ponderada em T2 eco (T1W; T2W); Spin ponderada em T2 eco com saturação de Gordura (fatsat T2) ea Recuperação Sequências de inversão Curta tau (STIR). medula vermelha apresenta Sinal Intermediário e tende PARA O Sinal ligeiramente OU superiores igual em Relação Ao músculo em Ambas como Sequências T1W e T2W. medula vermelha TEM Sinal Intermediário em fatsat T2 e mexa. medula amarela vai Mostrar Sinal semelhante a Gordura em TODAS como Sequências de pulsos 1,7,8,9.

A Gordura dez T1 e T2 tempos de relaxação Curto e e hiperintensa em Sequências T1W e hipointensa em verdadeiras Sequências ponderadas EM T2 (convencionais). No entanto, Mais Recentes Aquisições spin echo Rápido (FSE) NÃO aproveitar este Fato em hum trade-off Para a Velocidade Até Que a Gordura NÃO e Tao do hipointensa na T2wFSE Mais comumente realizada Hoje. A Água TEM UM ritmo de Relaxamento MUITO MAIS ritmo em Comparação com Gordura e e hipointensa em T1W e hiperintensa NAS Imagens T2W. Desde medula vermelha TEM Uma Mistura de Água, Gordura e proteína Que exibe Sinal Intermediário em Ambos T1W e T2W Sequências 1,7,8,9. Importante, a intensidade da medula em hum adulto E fornecido com hum Controlo interno Durante a visualização de Sequências T1W. Em Imagens T1W nenhum adulto, o Sinal do Corpo vertebral Maior DEVE Ser fazer that discotecas FICA adjacente intervertebrais UO muscular COM excepções poucas 10,11. Como Exceções incluem discos calcificados Que Tem Sinal T1W Brilhante e particularmente ilhas de medula vermelha that PODE Ser confundida com uma focal patologia, tumor Como (8a, 9a).

menino normal de 26 meses de Idade. A sagital Imagem T1W demonstra Sinal de medula geralmente baixa e relativamente pobre diferenciação de medula a Partir do disco. No entanto Um pouco de Gordura E visto centralmente Ao Longo das Veias basivertebrais (setas), MESMO Nesta Idade Muito Jovem.

T1W Imagem axial em hum menino de 26 meses de Idade normal. Baixo Sinal na medula sacra E isointensa parágrafo hipointensa em Comparação com musculatura adjacente. MESMO Nesta Idade Muito Jovem Conversão substancial parágrafo medula amarela E exibida Nos Ossos ilíacos (setas).

T2W FSE sagital em hum menino normal, de 26 meses de Idade. Nesta sequencia girar echo Rápido a medula Aparece de intensidade normal. This Sequência relativamente mal discrimina Vermelho da medula amarela.

Sem MESMO Paciente, Uma Imagem T2W com saturação de Gordura NÃO consegue demonstrar Uma lesão intra-óssea. A Região de Preocupação TEM Características de medula vermelha focal normal.

Otras Técnicas de Imagem TEM SIDO utilizados na Tentativa de diferenciar a Partir da medula anormal, mas NÃO estao em OSU de base Uma clínico em normais fazem dia a dia e estao fora do escopo article of this. Algumas destas Técnicas incluem: imagiologia de Desvio químico (also conhecida Como imagiologia de fase oposto); Difusão; Espectroscopia e contraste Dinâmico de realce 14,15,16,17,18. E Importante observar that um INTRODUÇÃO de Cada Uma destas Técnicas Especiais tenha Tido Algum Sucesso e Alguns decepção.

A T1W Imagem sagital EM UM adolescente demonstra o Padrão Ricci 1 com Gordura Visível centro basivertebrais Ao Longo Veias. medula vermelha predomina AO Longo de da periferia.

Ricci Padrão 1 em um homem de 40 ano de Idade Mostra APENAS Uma Pequena Quantidade de medula amarela Visível Ao Longo das Veias basivertebrais (setas). Vermelho e medula amarela estao uniformemente dispersos. "Gestalt" de medula E normal, tal Como o Centrum Corpo vertebral E de Maior mundial Sinal fazer that OS discotecas intervertebrais adjacentes.

This Imagem sagital T1W demonstra o Padrão Ricci 3 consistindo de hum Padrão de medula salpicado em uma mulher Idosa normal. Janelas da Imagem e Reduzido parágrafo Aumentar a visibilidade.

This Imagem sagital T1W em uma mulher Idosa demonstra medula com o normal Grandes áreas redondas de medula amarela consistente com Ricci Padrão 4.

Patológica Aparecendo Medula óssea

QUALQUÉR Sistema de estratificar patologias poderia Ser criticado, mas em Uma Tentativa de simplificar, eu Dividir OS Transtornos difusos da medula espinhal em: Reconversão OU hiperplasia; Transtornos de Substituição; Transtornos de esgotamento; e Transtornos Reticulum UO Distúrbios de Estruturas de Apoio. As Duas Primeiras CATEGORIAS Até poderia Ser AINDA Mais simplificado em substituição transtornos (proliferativas) com a utilização de Células Normais OU Anormais. MUITOS Processos patológicos difusas NA medula espinhal TEM Uma aparencia Não-Específico com Reduzido Sinal em Imagens T1W e de Sinal T2W Intermediária. AGITAR OU Imagens pós contraste PODE OU NÃO PODE diferenciar hiperplasia da medula vermelha de Substituição celular patológica.

1. Reconversão

Esferocitose em uma mulher de 56 ano de Idade. A sagital Imagem T1W demonstra difusamente Baixo Sinal Dentro da medula, Não Só Dentro da Coluna vertebral, mas also Dentro do clivus. Medula Sinal E anormalmente Baixo em Comparação com o de discotecas e músculo adjacente. Embora OS Relatórios sugeriram that como Mudanças de Sinal de medula clival São Úteis Para diferenciar hum Processo de Reconversão benigna uma Uma substituição Mais sepultura Partir de fazer Processo (Por Exemplo maligno), o aparecimento de Clivus NÃO E UM discriminator20 fiável.

2. Transtornos de Substituição de Medula

O mieloma Múltiplo E UMA discrasia de Células plasmáticas. O mieloma Múltiplo em MR Parecer PODE normal, difusamente anormal (17a, 18a, 19a), variegada, multi-focal anormal OU Como lesão solitária (plasmocitoma). Formulários OS TAMBÉM PODEM ser “combinado”. Um Corpo vertebral visualmente PODE normais abrigar Até 20% do infiltrado celular anormal. O Padrão variegada TEM SIDO descrita Como se “rompido pepper were polvilhado Sobre a medula em T1 IMAGENS” 1.8. O Padrão de multi-focal E o Padrão Mais Comum e mimetiza metástases Órgãos Sólidos Para a Coluna. Ate 30% das lesões focais mieloma Visível em Estudos T1W Não São Distintos em Imagens T2W mas Visível PODE Ser sem mexer fatsat OU IMAGENS T2W. O Padrão difuso imitaçà OUTRAS desordens de Substituição, Como uma leucemia e Até MESMO medula Reconversão. O Padrão variegada ocorre em Menos de 5% dos patients e portanto E NÃO AOS atribuível Pequenos aglomerados de Células do plasma, mas a inibição da hematopoese CRIAR focos Pequena de Gordura. Cerca de 50% dos patients com Padrões focal OU difusa MR Não Tem lesões líticas EM radiografias convencionais. O Uso de MR TEM impactado o estadiamento e seguimento dos patients com mieloma e Levou uma modificação Uma do Sistema Clássico Durie e estadiamento Salmon. Foi Descoberto Que OS PACIENTES COM Uma aparencia variegada OU normais de medula óssea tendem a Doença em Estágio I. Um Padrão difuso da Doença da medula ESTÁ Associada a hum Estágio superiores e Pior Prognóstico. MR de Corpo Inteiro TEM Encontrado Alguma Utilidade não estadiamento e na Sequência Desta Desordem 7,8,25,36,37,38.

mieloma Múltiplo, tipo difuso. A sagital Imagem T1W demonstra difusamente Baixo Sinal Nesta mulher de 56 ano de Idade. Uma fractura Ligeira ESTÁ Presente em L1 (seta) Que NÃO apresenta Sinal substancialmente diferente fazer that na medula Outra. E curioso that algumas áreas that sugerem Gordura degenerativa persistem (setas), apesar de Substituição da medula completa Contrário.

A Imagem T2W FSE correspondentes NÃO Parece Ser particularmente anormal. edema ligeiro E encontrada terminais Ao Longo da placa L1 fraturado inferior (seta).

sagital T2W com fatsat. Medula E difusamente Elevada na intensidade do Sinal. áreas focais that apareceram Brilhante Ao Longo endplates Sobre T1W Imagens Exemplo POR, suprimidos São L4-5 (pontas de seta), confirmando a presence de Gordura, e NÃO uma hemorragia.

Estes Resultados de MRI levaram a Um Novo diagnóstico de linfoma em um homem de 89 ano com Uma Exposição Incomum de anormalidades de Sinal provavelmente Relacionado com Uma Mistura de patologias. O Parece Padrão Geral "combinado." A fratura de compressão severa E conhecida em L3. A fratura de T12 (setas Curtas) Parece superficialmente benigna em Imagens T1W (20a), mas TEM Sinal anormal não T2W (Fig 20b) e agitar (20c). Corpos OS T12 e L1 São provavelmente difusamente anormal parágrafo A Idade. A seta longa conota Uma lesão ligeiramente hipointensa mal definidos na T1W (20a), Que É Bastante Visível na T2W (20b) e agitar (20c), Que É típico parágrafo focal tumor, EXCETO em SUA falta de Fronteiras definidas na Visão T1W. Pontas de seta indica Uma lesão Que Tem Algum Sinal T1W Brilhante Que Aparece substancialmente Maior NAS Imagens T2W e mexa, possivelmente REPRESENTANDO Uma metástase hemorrágico. Asteriscos denotam Uma área Maior central, Que Parece NAS IMAGENS normais T1W Mas claramente anormal na T2W e MEXA vistas. Otras áreas aparecem Baixo Sinal em T1W, T2W e mexa O Que NÃO E Raro não linfoma. A DOS maioria Corpos vertebrais TEM Muito Menos Sinal de Alta T1W Dentro Deles fazer that o normalmente visto em uma pessoa de 89 ano.

3. Doenças da medula depleção

4. Transtornos de Estruturas de Apoio e retículo

Vou concentrar APENAS em Alguns Desses Transtornos excluindo Doenças metabólicas Primárias do Osso.

40 ano de Idade do sexo masculino com o HIV. Sinal de baixa difusa E visto em Uma Imagem sagital T1W. discotecas OS intervertebrais São Mais Brilhantes fazer that Corpos OS vertebrais.

40 ano de Idade do sexo masculino com o HIV. A T2W also demonstra Sinal Muito Baixo de medula Compatível com hemossiderose na anemia sagital de Doença chronic.

A Primária mielofibrose. also Chamado mieloide metaplasia, e Um Distúrbio mieloproliferativo Raros de Células progenitoras hematopoiéticas. Estas Células estimular a Formação anormal de fibroblastos de medula e incitar a Libertação de colágeno. mielofibrose Secundária E MUITO MAIS Comum, normalmente resultantes de quimioterapia OU terapia de Radiação. mielofibrose Primária E TAMBÉM UM mielodisplasia e, Por conseguinte, predispõe à Conversão Para a leucemia. Autores Alguns descrevem uma aparencia MR de mielofibrose Como Muito Baixo Sinal NAS Imagens T1W e T2W, enquanto Outros Nao. This discrepancia E provavelmente devido Ao grau de fibrose Presente, se uma fibrose E primário OU secundário, e se a forma Primária se Encontra num estado pré-leucêmica 7,25,28,50.

Doença de Gaucher E A MAIS Comum Desordem de armazenamento lisossómico e PODEM Ser incluidas EM perturbações fazer medula retículo. Este Erro inato do metabolismo Leva à Acumulação de glicocerebrosídeos Dentro da Linha celular de macrófagos de monócitos. ESSES chamados Células de Gaucher substituir a medula normal, Levando à diminuição da T1W um e T2W Sinal semelhante um Tantas OUTRAS Reconversão e substituição Distúrbios 5.

Conclusão

MR E UMA Técnica Muito Sensível Para uma Avaliação da medula óssea. Oportunidades Para tal Avaliação abundam Como Porções da medula PODE Ser assessed em Quase todos OS ESTUDOS MR realizada. Conhecimento do Sinal Sobre a Variedade de Sequências de pulso e Padrão de medula na Coluna vertebral normal, E de Conhecimento essencial parágrafo Decidir o Que É potencialmente patológico EO Que NÃO É. A Conversão de medula vermelha de uma medula amarela e um Reconversão de volta à medula hematopoietically Ativa soluço estresse fisiológico E UMA Ocorrência Comum normal, mas Destaca Uma Fraqueza fazer MR, A SUA falta de especificidade sem information clínica. Em hum Paciente, Como O Caso de teste Que demonstra Sinal de medula difusamente Baixo T1W em MR, o diagnóstico diferencial de e longa e inclui MUITAS condições de Reconversão benignas, Doenças mieloproliferativas malignas e anormalidades do retículo de Apoio.

Referências

1 Vogler JB, Murphy WA. imagiologia de medula óssea. Radiologia. 1988; 168: 679-693

2 Dooms GC, Fisher MR, Hricak H, Richardson M, Crooks LE, Genant HK. imagiologia de medula óssea: Estudos de Ressonância Magnética relativos à Idade e sexo. Radiologia. 1985; 155: 429-432.

3 Ricci C, Cova M, Kang YS, Yang A, Rahmouni A, Scott WW, Zerhouni EA: Padrões Relacionados A Idade normais de Distribuição de medula óssea celular e gordo sem axial esqueleto: Estudo de Ressonância Magnética. Radiologia. 1990; 177: 83-88.

Ishijima 4 H, H Ishizaka, Horikoshi H, et al. Fracção de Água de medula óssea vertebral lombar Estimado A Partir de hum registro incorreto deslocamento químico em RM: Variações Normais com Idade e sexo. Am J Roentgenol. 1996; 167 (2): 355-358.

6 Sze G, Baierl P, Bravo S. Evolução da Coluna vertebral infantil: Avaliação com RM. Radiology 1991; 181: 819-827

9 Mirowitz S, Apicella P, Reinus WR, Hammerman AM: RM de lesões de medula óssea: Relativa conspicuousness diante, Imagens ponderadas em T2 e mexa com supressão de Gordura ponderadas em T1. AJR Am J Roentgenol. 1994; 162: 215-221

10 Carroll, K. W. Feller, J. F. e Tirman, P. F. J. Padrões Internos Útil Para distinguir patologia da medula infiltrativa da medula hematopoiética na RM. Jornal magnética da Ressonância. 1997; 7: 394-398.

11 Castillo, M, Malko, JA, Hoffman, JC, Jr: O intervertebral Brilhante disco: um Sinal indireto de medula óssea da Coluna vertebral anormal em Imagens de RM ponderadas em T1
AJNR Am J Neuroradiol. 1990; 11: 23-26.

12 Schweitzer ME, Levine C, Mitchell DG, et al. Olhos e halos da Bull: discriminadores MR Úteis de metástases ósseas. Radiologia. 1993; 188: 249-252.

13 Vande Berg BC, Lecouvet FE, Galant C, et al. Variantes Normais e alterações da medula Frequentes Que simulam lesões de medula óssea em magnética Ressonância. Radiol Clin North Am. 2005; 43 (4): 761-770

14 Zajick DC, Morrison WB, Schweitzer ME, et al. Processos benignos e malignos: Os Valores Normais e diferenciação com Chemical Mudança RM não Vertebral Marrow. Radiologia. 2005; 237: 590-596.

15 W.K. Erly, E. S. Ah, e E.K. Outwater: O utilitario de In-Phase / Imagem Contrapondo-Phase na diferenciação malignidade de Agudos Fraturas POR compressão benignos da Coluna vertebral AJNR Am J Neuroradiol. 2006; 27: 1183-1188

17 Imagens da Coluna Castillo M. Difusão ponderada: ele E confiavel? AJNR Am J Neuroradiol. 2003; 24: 1251-1253

18 Griffith JF, Yeung DK, Antonio GE, et al. Densidade mineral óssea vertebral, a perfusão da medula, e Teor de Gordura em Homens Saudáveis ​​e Homens com osteoporose: Ressonância Magnética com contraste Dinâmica e Espectroscopia de MR. Radiologia. 2005; 236 (3): 945-951.

20 Loevner LA, Tobey JD, Yousem DM, et al. Características de Imagem MR de medula óssea craniana em Doentes Adultos com Doenças sistêmicas subjacentes em Comparação com individuos Saudáveis ​​de Controle. AJNR Am J Neuroradiol. 2002; 23: 248-254.

22 Shellock FG, Morris E, Deutsch AL, Mink JH, Kerr R, Boden SD: hematopoéticas hiperplasia da medula óssea: alta Prevalência de Imagens de RM do Joelho em Corredores de maratona assintomáticos. AJR Am J Roentgenol. 1992; 158: 335-338

23 Poulton TB, Murphy WD, Duerk JL, Chapek CC, Feiglin DH: Reconversão de medula óssea em Adultos Que São fumantes: ACHADOS de Imagem MR. AJR Am J Roentgenol. 1993; 161: 1217-1221

25 Moulopoulos L A, E Meletios A D. Ressonância Magnética da medula óssea Neoplasias em hematológicos. Sangue. 1997; 90: 2127-2147.

26 Fletcher BD, Wall JE, Hanna SL: Efeito de Fatores de Crescimento hematopoiéticos em Imagens de RM de medula óssea em Crianças submetidas À quimioterapia. Radiologia. 1993; 189: 745-751

27 Hartman RP, Sundaram M, Okuno SH, Sim FH. Efeito de Fatores estimuladores de granulócitos na medula de patients Adultos COM neoplasias músculo-esqueléticas: Incidência e Resultados de ressonância magnética. AJR. 2004; 183: 645-653

28 Kaplan KR, Mitchell DG, Steiner RM, Murphy S, Vinitsi S, Rao VM, Burk L, Rifkin MD: A policitemia vera e mielofibrose: Correlação de RM, Clínicos e Achados laboratoriais. Radiologia. 1992; 183: 329-334

29 Berlin NI. Policitemia vera. Hematol Oncol Clin NA. 2003; 17: 1191-1210

30 Stevens SK, Moore SG, Amylon MD: Repovoamento da medula apos o transplante: RM com Correlação patológica. Radiology.1990; 175: 213-218

31 McKinstry CS, Steiner RE, Jovem AT, Jones L, Swirsky D, Aber V: medula óssea em leucemia e anemia aplástica: Ressonância Magnética Antes, Durante e apos o treatment. Radiologia. 1987; 162: 701-707

32 Rosen BR, Fleming DM, Kushner DC, Zaner KS, Buxton RB, Bennet WP, Wismer GL, Brady TJ: Doenças da medula óssea hematológicas: Ressonância Magnética deslocamento químico Quantitativo. Radiologia. 1988; 169: 799-804

33 Vande Berg BC, Schmitz PJ, Scheiff JM, Filleul BJ, Michaux JL, Ferrant A, Jamart J, J Malghem, Maldague BE: leucemia mieloide aguda: Falta de valor preditivo de Ressonância Magnética quantitativa Durante sequencial o treatment. Radiologia. 1995; 197: 301-305

34 Yu S, Rosenbaum A, Poe LB, Fredrickson BE. A Coluna Lombar In: magnética Ressonância do Sistema musculoesquelético. Chan WP, et al. WB Saunders, 1994, pp 127-172.

35 Vande Berg BC, Michaux L, Scheiff JM, Malghem J, Lecouvet FE, Bourgois MP, Ferrant A, Michaux JL, Maldague BE: Análise sequencial quantitativa MR de medula óssea: Diferenças Durante o Tratamento de linfoide contra mieloide leucemia. Radiologia. 1996; 201: 519-523

37 Angtuaco EJ, Fassas AB, Walker R, Sethi R, Barlogie B. O mieloma Múltiplo: Avaliação Clínica e Diagnóstico por Imagem. Radiology 2004; 231 (1): 11-23.

38 Moulopoulos LA, Varma DGK, Dimopoulos MA, Leeds NE, Kim EE, Johnston DA, Alexanian R, Libshitz HI: O mieloma Múltiplo: Ressonância Magnética da Coluna vertebral em patients com Doença diagnosticada recentemente tratada. Radiologia. 1992; 185: 833-840

39 Moulopoulos LA, Dimopoulos MA, Alexanian R, Leeds NE, Libshitz HI: O mieloma Múltiplo: Padrões de RM de Resposta ao Tratamento. Radiologia. 1994; 193: 441-446

40 Um Rahmouni, Divino H, Mathieu D, et al. MR aparecimento de mieloma Múltiplo da Coluna Antes e Depois do Tratamento. AJR Am J Roentgenol. 1993; 160: 1053-1057

42 Stevens SK, Moore SG, Kaplan ID: precoce e alterações da medula óssea final, apos uma irradiação: Avaliação MR. AJR Am J Roentgenol. 1990; 154: 745-750

43 Yankelevitz DF, Henschke CI, Knapp PH, et al. Efeito da terapia de Radiação na medula óssea torácica e lombar: Avaliação com RM. Am J Roentgenol 1991; 157 (1): 87-92.

44 Kaplan PA, Asleson RJ, Klassen LW, Duggan MJ: Padrões de medula óssea em anemia aplástica: OBSERVAÇÕES com imagiologia 1,5-T MR. Radiologia. 1987; 164: 441-444

46 Burke S, Healy J. musculoesqueléticas Manifestações da Infecção Pelo HIV. Imagem: O Instituto Britânico de Radiologia. 2002; 14: 35-47

47 Geremia GK, McCluney KW, Adler SS, et al. A Ressonância Magnética hipointensa Spine da AIDS. JCAT. 1990; 14: 785-789.

48 LS Steinbach, Tehranzadeh J, Fleckenstein JL, et ai. Infecção Pelo Vírus da Imunodeficiência Humana: manifestations musculoesqueléticas. Radiologia. 1993; 186: 833-838.

Tripathi 49 AK, Misra R, Kalra P, et al. anormalidades da medula óssea na Doença de HIV. J Assoc Médicos Índia. 2005; 53: 705-710.

50 Barosi G. mielofibrose com metaplasia mieloide. Hematol Oncol Clin NA. 2003; 17: 1211-1226

mensagens Relacionados

  • Diffusion Weighted-RM …

    Woo Mok Byun a. Sei Uma Shin b. Yongmin Chang c. Sang Jin Lee d. Jurgen Finsterbusch e e Jens Frahm hum hum e Departamento de Radiologia de Diagnóstico da Faculdade de Medicina da Universidade Yeungnam, Daegu, …

  • Avaliando hum Edifício lote – Slope …

    Se Você Contratar hum Arquiteto Para Seu Próximo Projeto? E O Que exatamente rápido Você DEVE contrata-los parágrafo Fazer? Para responder a estas Perguntas, VOCÊ PRECISA entendre um Gama de Serviços Arquitetos fornecem …

  • Avaliando drogas Usadas Pará TRATAR …

    de próstata de um homem Torna-se Maior à Medida Que envelhece, Uma Condição conhecida Como hipertrofia prostática benigna, OU BPH. NÃO E geralmente Uma Doença sepultura UO com Risco de vida, mas PODE causar Problemas com o …

  • Avaliando algas co-Produtos como …

    Cientistas Texas AgriLife Research estao Descobrindo, Métodos de Ponta inovadoras para Usar Algas colegas de Produtos. A Partir de Técnicas de Produção parágrafo a Economia, OS Pesquisadores estao avaliando o potencial …

  • Avaliando Equipe de Fluxo de Trabalho e …

    Por Joy Hicks. Gabinete Médico Especialista Como Especialista em Consultorio Médico, Alegria Avalia e Analisa Oportunidades de Melhoria Dentro do Consultório médico, um Fim de fornecer Estratégias comprovadas que …

  • Avaliar e Gerir aguda …

    1 A Partir da Divisão de Medicina Geral e como Práticas Centro de Avaliação Médica, Serviços Médicos, Hospital Geral de Massachusetts, Harvard Medical School, Boston, Mass Correspondência endereco …